Sob Alta Tensão

Estresse laboral pode ser fatal, segundo uma das mais longas pesquisas sobre o assunto.

Um dos mais longos estudos sobre estresse no trabalho chegou a uma conclusão alarmante. Depois de acompanhar durante 12 anos, dia após dia, mais de 10 mil profissionais, pesquisadores da Universidade de Londres detectaram que a tensão acumulada na labuta mata. O organismo dos indivíduos submetidos a altos níveis de pressão no emprego sofre um colapso que os torna francos candidatos a um infarto, com 68% mais risco de desenvolver uma doença cardíaca. Esse diagnóstico se tornava mais perigoso quanto menor era a idade do profissional. As razões seriam os níveis elevados de cortisol, o hormônio do estresse, somado a um comportamento relapso com alimentação e atividade fisica e abuso de álcool típicos de quem trabalha tenso.

O resultado do estudo, publicado no prestigiado British Medicai Journal (www. bmj.com), chama a atenção para um fenômeno que vem preocupando as autoridades de saúde. Caso fosse feita no Brasil, a pesquisa encontraria índices semelhantes ao dos ingleses. Uma pesquisa da International Stress Management Association (Isma-BR) revelou que 70% da população economicamente ativa no país sofre de estresse laboral. No país, dentre os estressados, 30% sofre do nível mais elevado de estresse, conhecido como burn out. Em inglês, burn quer dizer queima. Quando o indivíduo alcança essa fase, sua capacidade física e mental de atender às demandas está esgotada. - O indivíduo inicia um processo de despersonalização que o torna alheio ao que ocorre a seu redor - detalha a professora de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) Janine Kieling Ribeiro.

A sobrecarga de trabalho é ainda a líder entre os fatores externos que mais estressam os brasileiros, indica um levantamento da Isma-BR feito com 586 pessoas de Manaus, São Paulo e Porto Alegre. Das causas internas, a insatisfação encabeça o topo da lista nesse aspecto, um inimigo ainda insuspeito e aparentemente inofensivo ronda a vida moderna. Tanto quanto o excesso de trabalho, a falta dele ou a monotonia laboral tendem a “enferrujar” o profissional, o que pode ser tão estressante como trabalhar horas a fio e sob pressão.

- A falta de desafios, metas não muito claras e chefes que não cobram levam à apatia. Fazer um trabalho que não instiga pode ser igualmente perturbador - afirma o psiquiatra Arthur Motta, coordenador do Grupo de Saúde Mental e do Trabalho da Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul.

Segundo Motta, a próxima revisão dos manuais de diagnóstico de transtornos psiquiátricos deve dar espaço a novas patologias associadas ao estresse laboral. A crescente atenção sobre o tema levou o Ministério do Trabalho brasileiro a exigir recentemente a aplicação de testes para avaliar o risco psicossocial em funcionários que trabalham em ambientes confinados.

Quando a tensão aumenta, é importante evitar o choque.

Fonte : Zero Hora

O Médico na Web

Ter um site pessoal só por ter não vai agregar absolutamente nada ao médico; mas ter um que seja referência na especialidade pode lhe angariar excelente visibilidade.

Ainda há quem resista, mas o avanço da informática vem derrubando as mais duras resistências, seja pela dor, seja pelo amor.

Se for pela segunda, imediatamente o neófito se encanta e passa a pendurar diversos periféricos no seu computador para, quase imediatamente, abrir seu site, seu blog, criar um Orkut e inaugurar comunidades. Quem vai para a informática pela dor carrega o mesmo entusiasmo do preso condenado a quebrar pedra.

De um jeito ou de outro, não dá mais para fugir de ter uma vida virtual. Sem precisar entrar no Second Life da vida (e há médicos que já fizeram isso), muitos conseguiram fazer do seu site pessoal muito mais do que um cartão de visita de 17 polegadas.

Há, entretanto, os que fazem exatamente isso. “São sites estáticos não no sentido de não possuírem animação, mas no sentido de não fornecerem informação”, esclarece Paulo Okamoto, web designer de São Paulo. E, de fato, surfar por alguns sites pessoais de médicos é tão entusiasmante quanto ver grama crescer. Parece que não foram feitos para ser visitados e cumprem apenas a missão obrigatória de tornar o médico “internético”. Visualmente são pobres e em termos de informações, indigentes.

“A retaguarda desses sites é tão capenga quanto o site”, diz Okamoto. “Você não consegue, por exemplo, enviar um e-mail para o médico a partir da página. Muitos nem têm e disponibilizam, para compensar, o telefone.”

Saúde é um dos temas mais procurados na net. A palavra “dermatologia”, digitada no Google, traz 2.600.000 citações. É fundamental que se encontrem orientações precisas, visto que há muita desinformação na rede. Claro que isso deve ser feito dentro de todos os rigores da lei, enfatizando, por exemplo, que a consulta às informações disponibilizadas não dispensa, em hipótese alguma, a visita e a orientação médicas. “O médico que que ter seu site visitado precisa fazer dele uma referência em sua especialidade e, para isso, é importante que esse host seja visualmente agradável, recheado de informações pertinentes e com um back off que o suporte, ou seja, sistemas humanos e materiais de alimentação e continuidade.”

Dois bons exemplos

É o que acontece, por exemplo, como site da Dra. Márcia Ramos-e-Silva (www.dermato.med.br), médica dermatologista, professora universitária e de Pós-Graduação em Dermatologia na UFRJ — Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre outros títulos.

Nele, o internauta encontra várias informações sobre dermatologia e as mais variadas afecções da pele, entre outras várias informações. “O site possui um visual agradável, abre com facilidade, apesar dos vários ícones que possui, não exige uma navegação exaustiva, enfim, em termos visuais é muito interessante. É um site em que você, se estiver interessado em dermatologia, se detém.” As informações disponibilizadas também são criteriosas, bem dispostas e muito interessantes.

Outro exemplo clássico de um site muito bem feito e que depõe muito a favor dos seus realizadores é o www.ipele.com.br.

Trata-se, na verdade, de uma autêntica revista on-line, disponibilizando artigos técnicos, eventos e matérias sobre outras especialidades médicas. “Visualmente, os itens estão bem dispostos e dão, na página inicial, alguma amostra do que o internauta encontra se clicar no ícone”. Editado pelos médicos dermatologistas, doutores João Roberto Antônio e Carlos Roberto Antônio, o site é uma referência para os que se interessam pela dermatologia. Para ter acesso aos conteúdos é preciso se cadastrar, o que é feito de forma rápida e facilmente clicando-se em qualquer um dos ícones do site.

Se você pensa em ter seu próprio site, fale conosco. Nossa equipe é composta por pessoal qualificado para lhe apresentar uma proposta que atenda seus anseios. Seu site será construído dentro de orientações de marketing, a fim de lhe dar a maior visiblidade possível.

E não basta apenas construí-lo e pronto. Um site se torna útil quando ele passa a ser “encontrável”, isto é, quando um internauta digitar nas ferramentas de busca, por exemplo o Google, o termo “dermatologia”, irão aparecer aqueles 2.600mil resultados e muito pouco lhe ajudará se o seu site estiver na página 100. Ele precisa ser otimizado, alimentado, trabalhado para lhe proporcionar o retorno desejado.

Aquele filho do seu amigo que sabe tudo de computador pode até lhe fazer um site bem baratinho, mas você precisa de um site lhe traga resultados, e economizar alguns reais vai acabar lhe custando mais caro, porque mais lá adiante você, inevitavelmente, irá procurar um profissional que possa lhe oferecer o know-how necessário.

Se você perceber uma mancha na pele você irá ao dermatologista ou vai pedir uma pomada na farmácia ?

Marketing na prática médica - todos médicos precisam de marketing médico

Os consumidores querem o último modelo quando se fala de automóveis, a última moda lançada em Paris ou na São Paulo Fashion Week, e a vanguarda da tecnologia. Mas como pacientes são tímidos quanto ao uso de um medicamento experimental ou da vanguarda tecnológica quando se trata de melhorar a sua saúde ou reforçar os seus corpos.

É por isso que os médicos de vanguarda em sua área de especialidade necessitam de um bom plano de marketing médico. A mensagem de segurança, conveniência e êxito deve ser transmitida pois consumidores de serviços médicos são muito mais reticentes a aceitar uma nova técnica médica do que como compradores de automóveis, computadores, móveis ou moda.

Obviamente, uma pessoa doente quer ser tratada com a mais recente droga, equipamento ou método. Ela simplesmente não quer ser a primeira! E assim um médico inovador na introdução de novos equipamentos ou de um novo método de tratamento precisa da assistência de um profissional de marketing para ser bem sucedido.

Ninguém vai concordar com uma cirurgia nos olhos sem estar convencido de que o procedimento é absolutamente seguro. Nenhuma mulher jamais concordar com um aumento de mama sem sentir absolutamente confortável sobre o médico. Quanto mais sensível o processo, maior é a necessidade de um bom plano de marketing.

A evolução constante em termos de drogas, equipamentos e técnicas obriga os médicos a estar em constante aperfeiçoamento, e divulgar ao seu público estas novidades, antes de mais nada, é sua contribuição no sentido de lhes ofecrecer que existe de mais avançado. Assim fazendo o médico não só passa a ser visto como referência na sua área de atuação, como também transmite maior segurança aos seus clientes.

Para conhecer mais a respeito do Marketing Médico, visite nosso site : Marketing Médico

20 Dicas Poderosas de Marketing

Use estas poderosas, contudo simples dicas extraidas do best-seller, “Secrets of Power Marketing: Promote Brand You” - o primeiro guia de marketing pessoal para não-marqueteiros.

1. Crie e conceda um prêmio anual.

2. Envie parabenizações e agradecimentos escritos à mão.

3. Envie cartões em algumas ocasiões diferentes do Natal.

4. Envie postais quando você viajar e mesmo quando você está em casa.

5. Dê um bom livro para clientes especiais. Sempre fazer uma dedicatória com uma mensagem positiva.

6. Construir relações com os meios de comunicação antes de você precisar deles.

7. Junte-se aos vencedores - assista eventos de premiações.

8. Crie e mantenha uma base de dados de clientes, clientes em potencial, e os principais influenciadores.

9. Ganhe certificações e prêmios da sua associações, sindicato, categoria - e divulgue a todo mundo.

10. Peça a clientes satisfeitos para escrever um depoimento para você.

11. Recrute seus fornecedores como agentes de marketing. Eles trabalham de forma gratuita.

12. Participe e seja ativo em sua câmara de comércio.

13. Escreva dicas para os seus clientes.

14. Escreva e envie artigos para revistas e jornais.

15. Envie um press-release à imprensa, de três em três meses.

16. Faça algo louco, pelo menos uma vez por ano.

17. Envie fotocópias de alguma cobertura jornalística que tenha recebido para os seus clientes.

18. Construa e mantenha um site informativo e interessante.

19. Patrocine uma causa, evento, uma instituição de caridade ou comunidade.

20. Torne-se voluntário para uma associação, comunidade ou instituição de caridade.

Para saber mais, visite o site Marketing Médico