Por que escalar o Everest ? Porque ele está lá.
À pergunta feita por jornalistas do New York Times em março de 1923, George Leigh Mallory, uma lenda do alpinismo, deu essa resposta. Em junho de 1924, Mallory e seu amigo Andrew Irvine desapareceram escalando o Everest; estavam na última etapa da jornada e até hoje alpinistas discutem se Mallory e Irvine atingiram ou não o topo da montanha. Setenta e cinco anos depois, em maio de 1999, uma expedição patrocinada em parte pela BBC de Londres localizou o corpo de Mallory congelado bem próximo ao topo. Até hoje, Irvine não foi resgatado, de qualquer maneira, entre os aficionados por escaladas, a frase tornou-se célebre, uma forte expressção da persistência frente a um desafio; e a polêmica sobre terem atingido ou não o topo permanece.
Para aqueles que me conhecem, a introdução como está posta, poderia levar a um discurso do estudo com persistência e dedicação, uma ênfase na importância da cultura, da ciência e da arte. Embora sempre defenda a idéia de que o homem evolui com o aumento do seu saber, quero destacar outro viés na estória; a equipe, o time, a aventura partilhada até o final por Mallory e Irvine.
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