Ter um site pessoal só por ter não vai agregar absolutamente nada ao médico; mas ter um que seja referência na especialidade pode lhe angariar excelente visibilidade.
Ainda há quem resista, mas o avanço da informática vem derrubando as mais duras resistências, seja pela dor, seja pelo amor.
Se for pela segunda, imediatamente o neófito se encanta e passa a pendurar diversos periféricos no seu computador para, quase imediatamente, abrir seu site, seu blog, criar um Orkut e inaugurar comunidades. Quem vai para a informática pela dor carrega o mesmo entusiasmo do preso condenado a quebrar pedra.
De um jeito ou de outro, não dá mais para fugir de ter uma vida virtual. Sem precisar entrar no Second Life da vida (e há médicos que já fizeram isso), muitos conseguiram fazer do seu site pessoal muito mais do que um cartão de visita de 17 polegadas.
Há, entretanto, os que fazem exatamente isso. “São sites estáticos não no sentido de não possuírem animação, mas no sentido de não fornecerem informação”, esclarece Paulo Okamoto, web designer de São Paulo. E, de fato, surfar por alguns sites pessoais de médicos é tão entusiasmante quanto ver grama crescer. Parece que não foram feitos para ser visitados e cumprem apenas a missão obrigatória de tornar o médico “internético”. Visualmente são pobres e em termos de informações, indigentes.
“A retaguarda desses sites é tão capenga quanto o site”, diz Okamoto. “Você não consegue, por exemplo, enviar um e-mail para o médico a partir da página. Muitos nem têm e disponibilizam, para compensar, o telefone.”
Saúde é um dos temas mais procurados na net. A palavra “dermatologia”, digitada no Google, traz 2.600.000 citações. É fundamental que se encontrem orientações precisas, visto que há muita desinformação na rede. Claro que isso deve ser feito dentro de todos os rigores da lei, enfatizando, por exemplo, que a consulta às informações disponibilizadas não dispensa, em hipótese alguma, a visita e a orientação médicas. “O médico que que ter seu site visitado precisa fazer dele uma referência em sua especialidade e, para isso, é importante que esse host seja visualmente agradável, recheado de informações pertinentes e com um back off que o suporte, ou seja, sistemas humanos e materiais de alimentação e continuidade.”
Dois bons exemplos
É o que acontece, por exemplo, como site da Dra. Márcia Ramos-e-Silva (www.dermato.med.br), médica dermatologista, professora universitária e de Pós-Graduação em Dermatologia na UFRJ — Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre outros títulos.
Nele, o internauta encontra várias informações sobre dermatologia e as mais variadas afecções da pele, entre outras várias informações. “O site possui um visual agradável, abre com facilidade, apesar dos vários ícones que possui, não exige uma navegação exaustiva, enfim, em termos visuais é muito interessante. É um site em que você, se estiver interessado em dermatologia, se detém.” As informações disponibilizadas também são criteriosas, bem dispostas e muito interessantes.
Outro exemplo clássico de um site muito bem feito e que depõe muito a favor dos seus realizadores é o www.ipele.com.br.
Trata-se, na verdade, de uma autêntica revista on-line, disponibilizando artigos técnicos, eventos e matérias sobre outras especialidades médicas. “Visualmente, os itens estão bem dispostos e dão, na página inicial, alguma amostra do que o internauta encontra se clicar no ícone”. Editado pelos médicos dermatologistas, doutores João Roberto Antônio e Carlos Roberto Antônio, o site é uma referência para os que se interessam pela dermatologia. Para ter acesso aos conteúdos é preciso se cadastrar, o que é feito de forma rápida e facilmente clicando-se em qualquer um dos ícones do site.
Se você pensa em ter seu próprio site, fale conosco. Nossa equipe é composta por pessoal qualificado para lhe apresentar uma proposta que atenda seus anseios. Seu site será construído dentro de orientações de marketing, a fim de lhe dar a maior visiblidade possível.
E não basta apenas construí-lo e pronto. Um site se torna útil quando ele passa a ser “encontrável”, isto é, quando um internauta digitar nas ferramentas de busca, por exemplo o Google, o termo “dermatologia”, irão aparecer aqueles 2.600mil resultados e muito pouco lhe ajudará se o seu site estiver na página 100. Ele precisa ser otimizado, alimentado, trabalhado para lhe proporcionar o retorno desejado.
Aquele filho do seu amigo que sabe tudo de computador pode até lhe fazer um site bem baratinho, mas você precisa de um site lhe traga resultados, e economizar alguns reais vai acabar lhe custando mais caro, porque mais lá adiante você, inevitavelmente, irá procurar um profissional que possa lhe oferecer o know-how necessário.
Se você perceber uma mancha na pele você irá ao dermatologista ou vai pedir uma pomada na farmácia ?